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Santos inicia terceira avaliação de larvas do Aedes nesta semana

O Centro de Controle de Zoonoses e Vetor (CCZV), da Secretaria de Saúde de Santos, inicia nesta quarta-feira (8) a terceira Avaliação de Densidade Larvária de 2026.

Redação Viver em Santos
6 de julho de 2026
2 min de leitura
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Santos inicia terceira avaliação de larvas do Aedes nesta semana
Foto: Raimundo Rosa / Prefeitura de Santos

O Centro de Controle de Zoonoses e Vetor (CCZV), da Secretaria de Saúde de Santos, inicia nesta quarta-feira (8) a terceira Avaliação de Densidade Larvária de 2026.

O objetivo é prevenir novos casos de arboviroses e mapear as áreas com maior risco identificado pelo sistema, que estuda e escolhe os locais de vistoria a partir dos dados submetidos pelos profissionais de combate ao Aedes aegypti.

Até 24 de julho, os agentes de combate à endemias vão vistoriar aproximadamente 5,4 mil imóveis em todo o Município (600 por bairro).

Após a coleta e análise das amostras, é gerado um resultado classificado como índice de Breteau (IB), que relaciona o número de imóveis vistoriados e o de amostras com incidência de larvas, com finalidade de avaliar o nível de infestação do mosquito da dengue na região aferida.

O Ministério da Saúde considera ideal um índice igual ou inferior a 1. Entre 1 e 3,9, indica situação de alerta, e superior a 4, risco de surto.

Paralelamente, o grupo de Informação, Educação e Comunicação (IEC) realiza ações educativas em diferentes pontos, como o Projeto Sala de Espera, conscientizando pacientes sobre arboviroses enquanto aguardam atendimento dentro das policlínicas.

Considerando os 17 mutirões realizados em 2026, foram eliminados 1.209 focos com larvas de mosquito e registradas 1.161 recusas de entrada dos agentes aos imóveis.

Santos contabilizou 483 casos de dengue, com um óbito em investigação, e 15 casos de chikungunya em 2026.

As fêmeas depositam ovos em locais de água parada. Esses ovos necessitam de água e calor para eclodir. Assim, surgem as larvas, que mais tarde se transformam em pupa e, por fim, em mosquito.

Somente as fêmeas se alimentam de sangue humano, necessário inclusive para a maturação de seus ovos antes de serem depositados. Porém, se essa fêmea tiver picado uma pessoa infectada por dengue ou chikungunya, ela se torna transmissora dos vírus ao sugar o sangue de outros indivíduos.

Com informações da Prefeitura de Santos.

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